As ferramentas da HTS, explicadas a fundo.
O que cada ferramenta mede, por que isso importa na decisão e como usar no seu pregão.

Diário de Trade: o que o seu pregão diz sobre você (além do saldo)
Saldo positivo não quer dizer que você operou bem. Saldo negativo não quer dizer que operou mal. Quem evolui no mercado olha para outra coisa: o que fez, quanto custou e o que precisa treinar amanhã.

Curva de juros DI: o que o mercado está precificando (e por que isso mexe no seu índice e no seu dólar)
Quem opera índice e dólar sem olhar juros está olhando o efeito e ignorando a causa. A curva de DI conta, em tempo real, o que o mercado espera da Selic, da inflação e do risco do país. Dá para aprender a ler em uma tarde.

Juros globais: o que os Treasuries, o bund e o JGB têm a ver com o seu pregão
O dinheiro do mundo procura o melhor retorno pelo menor risco. Quando o juro americano sobe, ele chama esse dinheiro de volta para casa, e o Brasil sente no dólar e na bolsa. Entender os juros lá fora é entender de onde vem metade do fluxo daqui.

Gráfico para day trade: menos indicador na tela, mais leitura no preço
Todo trader já teve aquele gráfico com doze indicadores e nenhuma ideia. O gráfico bom não é o que mostra mais coisa. É o que deixa claro, em um segundo, quem está no controle e onde você está errado. Este texto é sobre montar esse gráfico.

Book de ofertas: como ler a escada de preços e operar no UltraDOM
O gráfico conta o que já aconteceu. O book mostra quem está esperando para acontecer. Aprender a ler a escada de preços é aprender a ver as intenções do mercado um instante antes de elas virarem candle.

Notícias e calendário econômico: o que mexe no preço antes de virar candle
Ninguém opera a notícia lendo a notícia. Quando você termina a manchete, o preço já andou. O que dá para fazer é saber o que vai sair, saber o que acabou de sair e saber se o mercado se importou. Este texto é sobre isso.